Friday, August 01, 2014

PLUFT O FANTASMINHA - SUCESSO INFANTIL DA CÊNICAS CIA DE REPERTÓRIO ESTREIA NOVA TEMPORADA



PLUFT O FANTASMINHA - SUCESSO INFANTIL DA CÊNICAS CIA DE REPERTÓRIO ESTREIA NOVA TEMPORADA

A Cênicas Cia de Repertório estreia neste sábado dia 09 de agosto de 2014, nova temporada do sucesso de público e crítica, Pluft o Fantasminha, de Maria Clara Machado. A peça conta a história do rapto da Menina Maribel pelo cruel Pirata Perna-de-Pau. O vilão esconde a menina no sótão de uma velha casa abandonada, onde vive uma família de fantasmas: a Mãe, que faz deliciosos pastéis de vento e conversa ao telefone com Prima Bolha; o fantasminha Pluft, que tem medo de gente; Tio Gerúndio, que passa o dia inteiro dormindo dentro de um baú; e Xisto, o primo aviador que surge de vez em quando para ajudar os familiares. A trama se concentra na procura do tesouro do avô da menina, o Capitão Bonança, que morreu no mar deixando, a sua herança: o tesouro. Mas a grande chave da poesia teatral criada pela autora é a amizade que surge entre a Menina Maribel e o Fantasminha Pluft. Os momentos de comicidade ficam por conta dos amigos de Maribel, o trio clownesco João-Julião-Sebastião, que vai a sua procura para salvá-la. A nova temporada acontecerá de 09 À 31 de agosto de 2014 no Teatro Eva Herz, Livraria Cultura do Shopping Rio Mar; Sábados e Domingos sempre às 16h



SERVIÇO:
PLUFT O FANTASMINHA

TEATRO EVA HERZ - Livraria Cultura Shopping Rio Mar
PLUFT O FANTASMINHA
DIAS: 09 À 31 de agosto de 2014
SÁBADOS E DOMINGOS 
HORA: 16:00h
INGRESSO: R$30,00 e R$15,00
Telefone Teatro:  (081) 3256-7500
Informações produção: (081) 9609-3838

Escrito em 1955, "Pluft, o Fantasminha" é a peça mais popular de Maria Clara e até hoje é montada em vários lugares do Brasil e exterior.

Texto: Maria Clara Machado

Encenação: Antônio Rodrigues

Elenco: Raul Elvis, Ana Gabriela, Antônio Rodrigues, Sônia Carvalho, Rogério Wanderley, Monique Nascimento, Diego Nascimento, Renata Mendes. Fazem Stand by Raíza Cardoso, Beatriz Ribeiro e Tarcísio Vieira.

Pesquisa Musical: Antônio Rodrigues.

Operação de Som: Vinícius Vieira.

Iluminação e operação de luz: Ana Catarina Maia.

Luzes artesanais: Luciana Raposo.

Adereços: Telma e Sônia Carvalho.

Figurinos: Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho

Costureira: Francis Souza.

Desing Gráfico: Alexandre Siqueira.

Produção: Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues.

Realização: Cênicas Cia de Repertório - Projeto Cênicas Núcleo Paralelo.

Friday, January 17, 2014


ESTREIA 

***ERA UMA VEZ UM RIO***

SINOPSE

"Era uma vez, um lugarzinho no meio do nada... Uma história de amor, de aventura e de magia; só tem a ver quem já foi criança um dia"

A Cênicas Cia de Repertório apresenta seu novo espetáculo, Era uma Vez um Rio, adaptação teatral do livro homônimo de Martha Pannunzio. A peça trás uma trupe de atores que vai contar a história sobre a verdadeira amizade. É a história de Guto e seu amor pelo rio. Ao voltar à sua cidade natal, já adulto, ele se depara com o rio e fica surpreso com a degradação em que seu velho amigo se encontra. É desse encontro que surge uma incrível viagem no tempo, onde através da memória ele ira reviver os passos dessa história de amor, desde a sua infância até os dias de hoje. Nessa jornada, o Guto menino irá se deparar com incríveis personagens: Tia Zeré, seu avô, a mãe, o pai, a vovó, Vicentim, a antiga professora e seus amigos de infância. A peça revela os encantos de uma comunidade ribeirinha e suas cantigas e lendas com trilha sonora executada ao vivo. É uma historia de aprendizagem, onde a ternura, a poesia e as memórias vão revelando essa comovente história de amor a natureza.
Foto Valdemir Rodrigues

PROPOSTA DE ENCENAÇÃO

Ao mergulhar no campo das memórias, o universo lúdico da infância se torna potente. A viagem de Guto à sua cidade natal, além de ser uma volta à cidade ribeirinha de interior onde morava em sua infância, é uma volta ao interior de suas memórias. Isso nos permitiu a uma pesquisa em nossas referencias de rio, bem como as referencias de nossa própria infância através do mergulho no interior de cada um de nós. A encenação busca dialogar a poesia das memórias com o universo lúdico das tradições. O projeto quer favorecer uma reflexão sobre o rio e seus elementos culturais e poéticos.
O trabalho de corpo e voz dos atores terá como base ator brincante, através dos jogos e brincadeiras populares. Os atores farão diversos personagens que se diferenciarão pelo uso de máscaras, sobreposições de figurinos e pelo trabalho imagético corpóreo e vocal.
O cenário tem elementos que reforçam a metateatralidade proposta na encenação e trará elementos da cultura ribeirinha com tecidos, rendas e redes. Além do uso de pallets móveis que irão modificar a ambiência de acordo com as mudanças de cenas. A luz tem caráter rústico, trará elementos artesanais para trazer ainda mais a atmosfera das comunidades ribeirinhas.
A musicalidade tem papel fundamental na cena, a história será embalada pela musicalidade de trabalho, e cantigas populares das regiões ribeirinhas, a pesquisa da diretora musical Adriana Millet na área vem somar a proposta de regate lúdico das comunidades que vivem ao entorno do rio.
O espetáculo aponta para um tema importante de sustentabilidade e conscientização ambiental, sem ter a pretensão de assumir um caráter didático. Ele vai através da poesia e da ludicidade apontar questões importantes em relação ao amor e a preservação dos rios e de suas águas. Uma historia de amizade, memórias, infância, poesia e de amor pela natureza.


 Foto Diego Melo


Sinopse resumida

Nesta comovente história de amor à natureza, Guto, o voltar adulto à sua cidade natal, fica surpreso com a degradação em que seu velho amigo, o Rio, se encontra. É desse encontro que surge uma incrível viagem no tempo, onde, através da memória, ele irá reviver os passos deste amor, desde sua infância até os dias de hoje. Nesta jornada, Guto irá se deparar com incríveis personagens: de familiares à antiga professora e amigos dos tempos de menino. Com trilha sonora executada ao vivo, a peça revela os encantos de uma comunidade ribeirinha e suas cantigas e lendas, numa história de aprendizagem, repleta de ternura, poesia e memórias.

Concorre ao Prêmio APACEPE de Teatro e Dança, na categoria Teatro para a INFÂNCIA.


Foto Diego Melo

SERVIÇO:

Quando: 18 de janeiro (sábado)
Que horas: 16h
Quando: 19 de janeiro (domingo)
Que horas: 11h
Local: Teatro Barreto Junior
Duração da peça: 55 min
Indicação: livre









Foto Diego Melo

Ficha Técnica ATUALIZADA

Texto: Lavínnia Pannunzio (adaptação da obra homônima de Martha Pannunzio).
Encenação: Antônio Rodrigues.
Preparação de elenco e Assistência de Direção: Vinícius Vieira.
Elenco: Raul Elvis, Sônia Carvalho, Ana Gabriela, Rogério Wanderley, Monique Nascimento e Antônio Rodrigues.
Figurinos: Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho.
Adereços: Telma Carvalho, Sônia Carvalho e o Grupo.
Máscaras: Grupo.
Cenário: Antônio Rodrigues.
Execução de Cenografia: Felipe Lopes
Execução de Figurino: Francis Souza.
Maquiagem: Vinícius Vieira.
Pesquisa musical e trilha sonora: Adriana Milet.
Iluminação: Nardonio Almeida e Antônio Rodrigues.
Operação de luz: Nardonio Almeida 
Design Gráfico: Alexandre Siqueira
Contra Regra e estagiária: Raíza Cardoso
Estagiária em Assistência de Direção: Samara Lacerda.
Ocean Drums: Castanho - Instrumentos Percussivos.
Produção Executiva: Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues.
Realização: Cênicas Cia de Repertório.

Contato: Antônio Rodrigues (081) 9609-3838

  Foto Valdemir Rodrigues



Foto Diego Melo

Sunday, April 21, 2013

A FILHA DO TEATRO por Natália barros - Painel Crítico

Entre uma História e Outra 
Domingo, 21 de abril de 2013

A Filha do Teatro

A filha do teatro from Natália Barros
Natália Barros 

É professora do Centro de Educação - Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Doutora em História. É integrante do Núcleo de Pesquisa e Estudos em Gênero (NUPEGE)-UFRPE e do Grupo de História do Tempo Presente- GTEMP da Universidade Federal de Sergipe. Tem experiência em Pesquisa e Ensino de História, com ênfase em História das Mulheres e do Corpo, História e Teoria da Arte e Metodologia do Ensino de História, atuando principalmente nos seguintes temas: gênero, história das mulheres, cultura e política no Brasil Contemporâneo, ensino de história e historiografia das artes plásticas em Pernambuco.

Monday, April 01, 2013

Nos limites da representação - Revista Continente (abril/2013)

Nos limites da representação

Escrito por Pollyanna Diniz   
Seg, 01 de Abril de 2013 06:00
André Barreto/DivulgaçãoAndré Barreto/Divulgação
O teatro estava lotado na estreia da peça da diretora badalada, aquela que sempre transpunha a violência do mundo real ao palco. Uma das cenas leva um senhor da plateia a baixar a cabeça e fechar os olhos. Era um casal de atores de shows pornô fazendo sexo explícito. E havia um detalhe: a mulher estava grávida. Essa é uma das passagens do texto A filha do teatro, do dramaturgo, jornalista e professor Luís Augusto Reis, que realiza aquilo que é propagado por uma de suas personagens, a tal diretora badalada: investigar os limites da representação teatral. No caso de Reis, ele cumpre isso, ao construir uma obra que se utiliza da metalinguagem como recurso principal, mas consegue falar do exercício teatral sem se tornar autorreferente e esquecer o público.

É uma história contada por três mulheres (há uma quarta, citada, mas não representada), que trata de amor, compaixão, possessividade, relacionamentos, com elementos de drama e suspense – um tiro é disparado e isso marca a narrativa dessas personagens. Aos poucos, o público vai desenhando um cenário: um casal de mulheres leva para casa uma mãe e o bebê recém-nascido e começam a tratar essa criança como filha. Até que uma delas é assassinada.

O textoA filha do teatro foi montado por diretores como Antonio Edson Cadengue, em 2007, e Antonio Guedes, um ano depois. Agora, volta aos palcos pelas mãos da Cênicas Companhia de Repertório, grupo pernambucano que tem duas décadas de atuação, sob direção de Antônio Rodrigues. A peça fez pré-estreia no festival Janeiro de Grandes Espetáculose está em cartaz até o final do mês no Teatro Arraial. 




Friday, March 22, 2013

Cênicas Cia. de Repertório apresenta nova montagem do texto de Luís Augusto Reis

Espetáculo A filha do teatro entra em temporada no Teatro ArraialCênicas Cia. de Repertório apresenta nova montagem do texto de Luís Augusto Reis

Publicação: 22/03/2013 12:52 Atualização: 22/03/2013 15:58

No elenco estão as atrizes Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Manuela Costa. Foto: Andre Barreto/Divulgacao
No elenco estão as atrizes Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Manuela Costa. Foto: Andre Barreto/Divulgacao
Não é a primeira versão de A filha do teatro, texto de Luís Augusto Reis que resulta num tributo ao jogo cênico, levada aos palcos pernambucanos. Antes, a Cia. Seraphim, do Recife, dirigida por Antonio Cadengue, e a Teatro do Pequeno Gesto, do Rio de Janeiro, já contaram a história. Agora, é a vez da Cênicas Cia. de Repertório, com temporada às sextas e sábados, às 19h, no Teatro Arraial, na Boa Vista (Rua da Aurora, 457).

É a 10ª montagem da Cênicas, dirigida por Antônio Rodrigues. No elenco, as atrizes Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Manuela Costa. Bruna recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Janeiro de Grandes Espetáculos de 2013, quando A filha do teatro fez duas sessões em pré-estreia. A trama se inicia com um tiro, que leva à estrutura de nove monólogos que levam a três caminhos e personagens distintas. O público é apresentado à diretora teatral, mãe adotiva; uma ex-atriz pornô, mãe biológica, e a própria filha. Uma personagem oculta, Elisa, companheira da diretora, aparece nos discursos das outras três mulheres.

A temporada, com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), segue até 27 de abril. O espetáculo tem uma hora e 30 minutos de duração e é indicado para a partir dos 16 anos. Informações: (81) 3184-3057.

Monday, February 18, 2013

O que os atores querem – e podem - Crítica - A FILHA DO TEATRO



O que os atores querem – e podem


A Filha do Teatro. Foto: Ivana Moura
A Filha do Teatro. Foto: Ivana Moura
Trazer o próprio ofício ao palco não é uma tarefa fácil. Porque há o risco, gigantesco por sinal, de ficarmos rodando em círculos, falando do próprio umbigo. E muitas vezes os autores esquecem que não estão escrevendo para os seus pares. Não conhecia o texto A Filha do Teatro, de Luís Augusto Reis, até ver a montagem da Cênicas Cia de Repertório, que estreou no Janeiro de Grandes Espetáculos, no Teatro Arraial. E em meio a tantas montagens do Janeiro – algumas nem tão boas assim -, A Filha do Teatro foi um achado. Um respiro. Bom texto e boas atrizes, ufa! Que combinação difícil de encontrar!
O texto é intrigante, interessante, nos envolve logo de cara e faz com que a gente permaneça assim até o fim. E olhe que (nada mais óbvio de dizer), neste caso, é importante ressaltar sim: é um texto que depende em muito das atrizes que vão encená-lo. A primeira personagem mesmo diz: “Como diretora de teatro, eu já devia ter aprendido isto: não adianta querer consertar tudo. Por mais que você mostre os melhores caminhos, os atores terminam fazendo o que eles querem – ou podem.”
A Cênicas Companhia de Repertório fez uma escolha muito consciente e feliz. Mostra o amadurecimento do grupo, a vontade de continuar crescendo e apostando no trabalho continuado. É o décimo espetáculo do grupo em onze anos de atividade; e, para esta montagem, eles não tiveram nenhum apoio financeiro.
A opção pela narração na dramaturgia se sustenta pela qualidade das atrizes e pelo jogo que se estabelece entre elas – Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Manuela Costa. Quatro mulheres são citadas no texto e apenas três delas são representadas, com as atrizes trocando os mesmos papeis com o desenrolar da história.
A atuação de Manuela logo na abertura da montagem já nos captura de pronto. Bruna Castiel causa impacto com corpo e, principalmente, voz. É uma jovem atriz que ainda pode nos surpreender muito. Pelo papel em A Filha do Teatro, aliás, ela levou o prêmio Apacepe de melhor atriz no Janeiro de Grandes Espetáculos 2013.
Claro que foi uma estreia – e aí há sempre os percalços. Sônia Carvalho, por exemplo, tropeçou no texto. Aqueles instantes de angústia para ator e público.
A direção de Antônio Rodrigues é correta, mas o ritmo da montagem ainda soava um pouco arrastado, lento. E talvez esse texto, essas atrizes, mereçam uma experimentação mais ousada; seja nos cenários, na movimentação em cena, na iluminação. A cena pode trazer mais tensão, pode capitalizar o texto.
O espetáculo, que deve entrar em temporada no fim de março, merece tempo em cartaz para amadurecer, para ter o ritmo ajustado e para que o público tenha a oportunidade de ajudar a construir essa obra.
Volto ao texto de Luís. “Todo mundo de teatro tem essa pretensão de querer mostrar “as verdades” para o público. Mas é o público que nos mostra a verdade! Ficamos meses, às vezes anos, concebendo um espetáculo, e aí vem a plateia, paga o ingresso, e só quer uma boa diversãozinha. Quer esquecer as verdades, por uma ou duas horas, de preferência dando muitas gargalhadas. Nos meus espetáculos, eu odiava quando a plateia ria por qualquer coisa”.
Bruna Castiel (centro) ganhou prêmio de melhor atriz por sua atuação na montagem
Bruna Castiel (centro) ganhou prêmio de melhor atriz por sua atuação na montagem
Manuela Costa
Manuela Costa

Monday, January 28, 2013

Sai a lista completa dos premiados no JaneiroFestival encerrou 19ª edição distribuindo troféus para montagens de teatro adulto, teatro infantil e dança

Sai a lista completa dos premiados no JaneiroFestival encerrou 19ª edição distribuindo troféus para montagens de teatro adulto, teatro infantil e dança

Publicação: 28/01/2013 09:01 Atualização: 28/01/2013 12:03

Viúva, porem honesta, do Magiluth, foi escolhido melhor espetáculo, ator e diretor. Foto: Mariana Rusu/Divulgação.

Viúva, porem honesta, do Magiluth, foi escolhido melhor espetáculo, ator e diretor. Foto: Mariana Rusu/Divulgação.

O troféu mais aguardado do 19º Janeiro de Grandes Espetáculos foi para 
Viúva, porém honesta, do Grupo Magiluth, eleito a melhor peça da edição 2013 do festival de artes cênicas. Erivaldo Oliveira, que integra o elenco da companhia recifense, levou prêmio de melhor ator por sua participação na montagem, inspirada no universo de Nelson Rodrigues. E Pedro Vilela, de melhor diretor.


A melhor atriz foi Bruna Castiel, em A filha do teatro, produção da Cênicas Cia. de Repertório, peça que também foi indicada para melhor atriz coadjuvante (Manu Costa) e melhor maquiagem (Vinícius Vieira). O troféu de Melhor Atriz Coadjuvante foi arrebatado por Dani Travassos, por O beijo no asfalto, também adaptação de texto de Nelson Rodrigues. Pelo júri popular, venceu a categoria melhor espetáculo A pena e a lei, do Teatro Popular de Arte, de Petrolina.

No teatro infantil, Seu rei mandou... abocanhou quatro prêmios - figurino e direção (Luciano Pontes); iluminação (Luciana Raposo) e júri popular. As Levianinhas em pocket show para crianças, da Cia. Animée, foi o melhor da categoria pela comissão julgadora.

Na parte de dança, o melhor espetáculo foi Compartilhados, do Grupo Experimental, de Mônica Lira, segunda parte de trilogia sobre a ilha de Fernando de Noronha. Lineu Gabriel, do Grupo Peleja, de Olinda, foi o melhor bailarino empatado com Ivaldo Mendonça, por Encontro Oposto – Três movimentos em um ato, no qual também assina a coreografia. O solo de Lineu, Tu sois de onde?, também teve a melhor trilha sonora, criada por Claúdio Rabeca e João Arruda empatados na categoria com Caio Lima, Hugo Medeiros, Nelson Brederode e Yuri Pimentel por Segunda pele, do Coletivo Lugar Comum.http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/01/28/internas_viver,420182/sai-a-lista-completa-dos-premiados-no-janeiro.shtml


Friday, January 25, 2013

***A FILHA DO TEATRO*** PRÉ ESTRÉIA - JANEIRO DE GRANDES ESPETÁCULOS 2013

Peça 'A Filha do Teatro' terá duas apresentações no Recife

Espetáculo será encenado nesta sexta (25) e sábado (26) no Teatro Arraial.
Nove monólogos conduzem a história de três personagens sobre um crime.


'A Filha do Teatro' é encenada no Teatro Arraial, no Recife (Foto: André Barreto/Divulgação)
O espetáculo “A Filha do Teatro” vai ser encenado nesta sexta (25) e sábado (26), às 19h, no Teatro Arraial, no bairro da Boa Vista, área central do Recife. A montagem é a da Cênicas Cia de Repertório e tem como início do enredo um tiro. São nove monólogos distribuídos em três personagens: a diretora teatral, mãe adotiva; a ex-atriz pornô, mãe biológica; e a própria filha.
A relação familiar entre essas mulheres se estabelece com o nascimento da menina e também com a presença da personagem Elisa, companheira da diretora. Mesmo sendo personagem oculta, Elisa estará presente no relato das três, definindo importante elo entre elas.
As atrizes Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Manuela Costa contam os fatos que antecederam um assassinato, se revezando na interpretação das personagens. O intuito da peça é que o público vá montando o quebra-cabeça do crime e as motivações a partir do ponto de vista das personagens, em três momentos distintos: o tiro, o choro e a prece. O espetáculo tem direção de Antônio Rodrigues e texto de Luís Augusto Reis.
Serviço:
A Filha do Teatro
Sexta (25) e sábado (26) – às 19h
Teatro Arraial – Rua da Aurora, Boa Vista, Recife
Indicação: a partir dos 16 anos
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/01/peca-filha-do-teatro-tera-duas-apresentacoes-no-recife.html

Monday, June 11, 2012

CURSO DE INICIAÇÃO TEATRAL 2012

CURSO DE INICIAÇÃO TEATRAL 2012

Ultimas chances para você fazer parte desses momentos. Venham para o Espaço Cênicas todos os sábados às 9h Não percam!!! Ultimas vagas.

Saturday, November 26, 2011

Friday, September 30, 2011

PLUFT, O FANTASMINHA


Pluft (Raul Elvis), Maribel (Rhayana Fernandes) e Tio Gerundio (Sônia Carvalho)

O grupo Cênicas Cia de Repertório está lançando o “Cênicas Núcleo Paralelo”, onde serão postas em práticas as atividades paralelas à sua pesquisa e que são realizadas no Espaço Cênicas em parceria com o grupo.

O primeiro fruto desta empreitada será o infantil Pluft, o Fantasminha no qual entram em cena atores do grupo e alunos e ex-alunos do curso de teatro ministrado no Espaço Cênicas.

Dando continuidade a pesquisa em cima dos clássicos infantis iniciada com Pinóquio e suas Desventuras, do italiano Carlo Collodi, decidimos beber na fonte de um do maior expoente da dramaturgia para infância e juventude no Brasil, Maria Clara Machado em sua obra de maior destaque: Pluft, o Fantasminha.



Escrito em 1955, “Pluft, o Fantasminha” é a peça mais popular de Maria Clara e até hoje é montada em vários lugares do Brasil e exterior.

A peça conta a história do rapto da Menina Maribel pelo cruel Pirata Perna-de-Pau. O vilão esconde a menina no sótão de uma velha casa abandonada, onde vive uma família de fantasmas: a Mãe, que faz deliciosos pastéis de vento e conversa ao telefone com Prima Bolha; o fantasminha Pluft, que tem medo de gente; Tio Gerúndio, que passa o dia inteiro dormindo dentro de um baú; e Xisto, o primo aviador que surge de vez em quando para ajudar os familiares. A trama se concentra na procura do tesouro do avô da menina, o Capitão Bonança, que morreu no mar deixando, a sua herança: o tesouro. Mas a grande chave da poesia teatral criada pela autora é a amizade que surge entre a Menina Maribel e o Fantasminha Pluft. Os momentos de comicidade ficam por conta dos amigos de Maribel, o trio clownesco João-Julião-Sebastião, que vai a sua procura para salvá-la.


Pluft, o Fantasminha

Texto: Maria Clara Machado

Encenação: Antônio Rodrigues

Elenco: Raul Elvis, Manu Costa, Brayner Helens, Sônia Carvalho, Rhayanna Fernandes, Rogério Wanderley, Monique Nascimento, Biatriz Ribeiro, Renata Mendes.

Pesquisa Musical: Antônio Rodrigues.

Operação de Som: Vinícius Vieira.

Iluminação e operação de luz: Ana Catarina Maia.

Luzes artesanais: Luciana Raposo.

Adereços: Telma e Sônia Carvalho.

Figurinos: Antônio Rodrigues.

Costureira: Francis Souza.

Desing Gráfico: Alexandre Siqueira.

Produção: Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues.

Realização: Cênicas Núcleo Paralelo.

SERVIÇO:


Teatro Barreto Júnior

Estréia 01 até 16 de outubro de 2011

Sábados e Domingos as 16:30h

Ingresso R$20,00 e R$10,00 (meia entrada)

Fone: 81 3355-6398, 9609-3838

Thursday, June 02, 2011






CENICAS CIA DE REPERTÓRIO – 10 ANOS




Leitura Mamãe Não Pode Saber - Foto Carol Lira



No dia 12 de junho de 2011 a Cênicas Cia. De Repertório fará 10 anos de estrada e uma programação especial está sendo preparada para a ocasião. O ano de 2010 marcou o início das comemorações com a montagem do espetáculo Senhora dos Afogados, cumprindo temporada no Teatro Hermilo Borba Filho e participando dos festivais mais importantes da cidade.

A partir desta sexta feira 03/06/2011 uma série de eventos serão realizados em parceria com o espaço MUDA para marcar o mês de aniversário.

Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues

PROGRAMAÇÃO 10 ANOS



DIA 03 DE JUNHO DE 2011

Mamãe Não pode Saber – Leitura dramatizada do texto de João Falcão
Onde: Espaço Muda
Horário: 20h
Ingresso: Contribuição espontânea


Leitura Mamãe Não Pode Saber - Foto Carol Lira



DIAS 11 DE JUNHO DE 2011

Que Muito Amou – Livremente adaptado da obra de Caio Fernando Abreu
Onde: Espaço Muda
Horário: 21h
Ingresso: R$ 10,00 (meia para todos)


Que Muito Amou - Foto Diego Pisante




FESTA 10 ANOS e Lançamento Jornal Virtual – Cênicas Acontece – Informativo sobre as atividades do grupo e do teatro local.
Onde: Espaço Muda
Horário: 23h
Ingresso: Gratuito

Após a apresentação do espetáculo todos estão convidados a comemorar os 10 anos com a gente, permanecendo no Espaço Muda para uma conversa agradável ao som lounge de Dj's amigos, tomando uma cerveja gelada e com o palco livre para performances, manifestos, brincadeiras e o que mais o improviso de nossa alma queira. Artistas podem fazer livres performances durante a noite para celebrar os 10 anos junto com a Cênicas Cia.
Queremos todos lá! Será muito bacana!

DIA 18 DE JUNHO DE 2011

Que Muito Amou – Livremente adaptado da obra de Caio Fernando Abreu
Onde: Espaço Muda
Horário: 21h
Ingresso: R$ 10,00 (meia para todos)

DIA 22 DE JUNHO DE 2011

Natureza Morta – De Mário Viana – Projeto Cênicas em Cena – Quarta Bela
Onde: Espaço Muda
Horário: 20h
Ingresso: Contribuição espontânea

Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues






CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO





A companhia nasceu da reunião de jovens atores que estudavam teatro em Recife cujo o seu primeiro objeto de pesquisa foi o Teatro do absurdo. A princípio não havia uma estrutura mais formal de grupo, o que se queria era pesquisar e encenar. A necessidade de encontros semanais para pesquisa, além dos ensaios, foi surgindo à medida que o grupo passou a desenvolver seus trabalhos, entre 2001 e 2004. Como os fundadores em sua maioria eram naturais de Garanhuns, o grupo Cênicas Cia. de Repertório estreou Um Gesto por Outro (2001); Transe (2002); Apaga a Luz (2003); Que Muito Amou (2004) naquela cidade e fez temporadas de cada um desses espetáculos em Recife, além de circular pelo país por diversos festivais. No entanto, com o estabelecimento dos integrantes em Recife, foi se firmando sede na capital. A partir de 2005 o grupo se estabelece definitivamente em Recife e o corpo de atores foi se firmando até a sua formação atual. A primeira estréia em Recife foi com espetáculo Neuroses - a Comédia (2006), fruto do inicio da pesquisa na linguagem dos quadrinhos.
As peças até então eram dirigidas por Antônio Rodrigues. Com o prêmio para montagem de As Criadas (2006),Marcondes Lima e Kleber Lourenço foram convidados para dirigir o esse novo trabalho, seguindo a linha da pesquisa de linguagem iniciado no grupo, tinha-se como inspiração os mangás japoneses.
Dando continuidade a linguagem dos desenhos animados e quadrinhos, chegou a vez do primeiro espetáculo infantil, Pinóquio e Suas Desventuras (2009), realização de um desejo antigo do grupo de montar um trabalho voltado para infância e juventude, tendo como fonte de pesquisa o texto original, onde os elementos não são mascarados como em adaptações mais suavizadas do original. Senhora dos Afogados (2010) de Nelson Rodrigues, marca a volta aos clássicos com uma encenação de Érico José e assistência de Edjalma Freitas; Iniciando as comemorações dos 10 anos da Companhia que se dará em 2011.
O grupo mantêm em repertório os espetáculos: Um Gesto Por Outro; Que Muito amou e Pinóquio e suas Desventuras. O grupo é composto por seis integrantes: Alexandre Guimarães, Ana Souza, Antônio Rodrigues, Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Vinícius Vieira; E quatro estagiários: Evilasio Andrade, Ana Catarina Maia, Manu Costa e Manoel Francisco.



MAMÃE NÃO PODE SABER


“Mamãe não pode saber” é um vaudeville moderno: 5 atores e um narrador que se desdobram em 12 personagens, e num momento da peça, essas personas se encontram. Como? Esse é o grande trunfo da peça que fala de temas atuais como a busca desenfreada pela beleza, as artimanhas políticas, os modismos dos adolescentes, os sonhos de cada um.
Sinopse
“Mamãe não pode saber” conta a história de uma família decadente, que enxerga em sua matriarca, a possibilidade de salvação das suas dívidas. Ela é mãe de Dona Glória, uma perua que tenta ganhar a vida com um serviço de auto-ajuda por telefone, mas, é claro, não leva o menor jeito pro negócio. Glória é casada com Arthur, um político desonesto, que, tenta a qualquer custo, deslanchar sua candidatura a deputado, auxiliado pelo não menos corrupto assessor Moreira, mas, em decorrência de sua falta de inteligência, Arthur mal consegue decorar o slogan de sua campanha.
Glória vê em sua filha, Priscila, aspirante a modelo de 13 anos, a grande chance de sair da pindaíba. Mas, para atrapalhar seus planos, Priscila tem Júlia, amiga invejosa que, a despeito de sua beleza faz de tudo para tentar engordá-la. Juninho, seu irmão é um adolescente que segue uma tribo a cada semana, acompanhado de seu fiel escudeiro Zepa.
As armações dessa família vêm à tona quando a iminência da chegada da Mamãe acontece. O grande problema é que ela vem para conhecer a sua neta, e não está ciente das mentiras da família. Mamãe pensa, por exemplo, que Arthur é o Prefeito do Recife, dentre outras mentiras que inventaram pra ela. E de fora, mas não menos participativa existe, Flora, a empregada romântica que sonha ser atriz e a única que entende tudo o que se passa dentro dessa bagunçada família. Inesperadamente surge Wellington, o motorista recém contratado, que fica perdido no meio de tanta confusão e vira objeto de desejo de Flora.
Mamãe, no entanto é seqüestrada ao chegar à cidade, causando certo alívio em todos. Mas para desespero geral, aparece o detetive Gomes com o propósito de desvendar este crime. A trama é descoberta quando, para o delírio do público, os 12 personagens, identificados apenas pelas vozes dos 5 atores, driblam a impossibilidade física do encontro numa passagem antológica. É o ápice da comédia. É teatro em estado de graça.

MAMÃE NÃO PODE SABER
TEXTO: Mamãe Não Pode Saber
AUTOR: João Falcão
DIREÇÃO: Antônio Rodrigues
ELENCO: Alexandre Guimarães, Ana Souza, Antônio Rodrigues, Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Vinícius Vieira.
ILUMINAÇÃO: Sergio Costa
PRODUÇÃO: Cênicas Cia de Repertório.







A montagem de "Que Muito Amou" é uma livre adaptação do livro Os Dragões Não Conhecem o Paraíso de Caio Fernando Abreu, um dos maiores contistas contemporâneos, escritor da paixão segundo Lígia Fagundes Teles. Foram escolhidos três contos: Sapatinhos Vermelhos, Praiazinha e Dama da Noite. No elenco, Antônio Rodrigues, que assina também a direção, Ana Dulce Pacheco e Marcelo Francisco.
São contos que giram em torno do amor: amor/morte, amor/saudade, amor/ódio, amor/amor. Caio F. expõe seu universo urbano, denso e poético de maneira crua e direta, porém com uma delicadeza ímpar. Seus textos são recheados de passagens fortes, mas com imagens oníricas e poéticas. São personagens que estão a margem da sociedade, fora da "roda". Os contos falam do amor: amor/morte, amor/saudade, amor/ódio, amor/amor, levado até o seu limite. São personagens que muito amaram e que o fruto desse amor gerou consequências irreversíveis em suas vidas.

QUE MUITO AMOU
Texto: Que Muito Amou
Autor: Livre adaptação da obra de Caio Fernando Abreu por Antônio Rodrigues
Direção, Concepção geral e Adaptação do texto: Antônio Rodrigues
Elenco:
Duvennie Pessôa - Sapatinhos Vermelhos,
Antônio Rodrigues - Praiazinha,
Marcelo Francisco - Dama da Noite
Maquiagem: Cênicas Companhia de Repertório
Mixagem e Edição de Som: Paulo Smith
Voz em Off: Bobby Mergulhão
Plano de Iluminação e Operação de luz: Luciana Raposo
Operação de Som: José Neto
Assessoria de Imprensa: Antônio Rodrigues
Programação Visual: Antônio Rodrigues
Fotografia: Cláudio Malaquias e Antônio Rodrigues
Direção de produção e Produção executiva: Antônio Rodrigues
Assistência de Marketing: Alexandre Siqueira
Realização: Cênicas Companhia de Repertório



NATUREZA MORTA


Dentro das comemorações dos 10 anos a Cênicas Cia. De Repertório lança o projeto Cênicas Em Cena, são solos a partir das improvisações dos atores do grupo, o primeiro resultado será mostrado no projeto Quarta Bela dia 22 de junho de 2011 no Espaço Muda com a atriz Bruna Castiel e direção de Antônio Rodrigues. A cena está in process e o público verá o primeiro olhar sobre a dramaturgia escolhida, a estréia do espetáculo deverá acontecer em agosto de 2011.




Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues


Impressionado com a cena retratada pelo norueguês Edvard Munch (1863-1944) no quadro homônimo, o autor Mário Viana criou o monólogo dramático Natureza Morta. Uma mulher na cena de um crime posa para um pintor que registra com seus pincéis o que acabara de ver. A cena é um diálogo com o pintor, que é representado pelo público. Ao seu lado, um corpo inerte na cama.
Livremente no quadro homônimo do pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944), o espetáculo revela os tormentos de uma mulher, que, depois de assassinar seu companheiro, acerta as contas com sua consciência, enquanto toma coragem para ir atrás de um sonho.

NATUREZA MORTA
Texto: Mario Viana
Encenação e direção de arte: Antônio Rodrigues
Elenco: Bruna Castiel
Sonoplastia: Alexandre Guimarães
Iluminação: Ana Catarina Maia
Maquiagem: Vinícius Vieira.
Produção: Cênicas Cia. De Repertório




CÊNICAS CIA DE REPERTÓRIO
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